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A BATALHA DOS GUARARAPES - LIVRO I: A Invasão e a Teia de Calabar
Indigo
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A BATALHA DOS GUARARAPES - LIVRO I: A Invasão e a Teia de Calabar
By None
Current price: $2.70


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Em 1630, Olinda e Recife ardem.
A invasão holandesa não inaugura apenas uma guerra: inaugura um sistema. Um novo modo de administrar a violência, o território e as pessoas.
No colapso do domínio português em Pernambuco, três jovens são lançados ao centro de uma transformação irreversível:
· Bento de Goes , ex-noviço e tradutor, aprende que toda neutralidade tem preço.
· Yara , batedora indígena, compreende que sobreviver é saber apagar rastros — inclusive os próprios.
· Isaac Levy , cartógrafo holandês, descobre que mapas não registram o mundo: decidem quem pode habitá-lo.
Entre guerrilhas, cerco, espionagem, dívidas, alianças instáveis e redes invisíveis, surge a figura de Domingos Fernandes Calabar — não como herói ou traidor, mas como operador silencioso de um novo tipo de poder: o poder das conexões, da antecipação e do cálculo.
À medida que engenhos mudam de mãos, rotas são reorganizadas e lealdades se dissolvem, o trio aprende que a guerra moderna não se vence apenas com armas — mas com informação, tempo e omissão.
Mais do que narrar batalhas, este romance revela como nascem os sistemas coloniais: pela soma de pequenas escolhas morais, feitas sob pressão.
E como toda ordem começa, inevitavelmente, por um incêndio.
Em 1630, Olinda e Recife ardem.
A invasão holandesa não inaugura apenas uma guerra: inaugura um sistema. Um novo modo de administrar a violência, o território e as pessoas.
No colapso do domínio português em Pernambuco, três jovens são lançados ao centro de uma transformação irreversível:
· Bento de Goes , ex-noviço e tradutor, aprende que toda neutralidade tem preço.
· Yara , batedora indígena, compreende que sobreviver é saber apagar rastros — inclusive os próprios.
· Isaac Levy , cartógrafo holandês, descobre que mapas não registram o mundo: decidem quem pode habitá-lo.
Entre guerrilhas, cerco, espionagem, dívidas, alianças instáveis e redes invisíveis, surge a figura de Domingos Fernandes Calabar — não como herói ou traidor, mas como operador silencioso de um novo tipo de poder: o poder das conexões, da antecipação e do cálculo.
À medida que engenhos mudam de mãos, rotas são reorganizadas e lealdades se dissolvem, o trio aprende que a guerra moderna não se vence apenas com armas — mas com informação, tempo e omissão.
Mais do que narrar batalhas, este romance revela como nascem os sistemas coloniais: pela soma de pequenas escolhas morais, feitas sob pressão.
E como toda ordem começa, inevitavelmente, por um incêndio.


















