
GIVE THE PERFECT GIFT
Erin Mills Town Centre Gift Cards are the perfect choice for your gift giving needs.Purchase gift cards at kiosks near the food court or centre court, at Guest Services, or click below to purchase online.PURCHASE HEREHome
Caramurus negros: A revolta dos escravos de Carrancas — Minas Gerais (1833)
Indigo
Loading Inventory...
Caramurus negros: A revolta dos escravos de Carrancas — Minas Gerais (1833)
Current price: $12.99


Caramurus negros: A revolta dos escravos de Carrancas — Minas Gerais (1833)
Current price: $12.99
Loading Inventory...
Size: Kobo eBook
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Indigo
Em 13 de maio de 1833, ocorreu no sul de Minas Gerais a insurreição escrava mais sangrenta do Sudeste do Império, em que morreram 33 pessoas — 21 escravizados, 9 membros da família Junqueira (incluindo 3 mulheres e 3 crianças), 1 agregado e 2 "pessoas de cor". Conhecido como a Revolta de Carrancas, o episódio resultou na maior condenação coletiva à pena de morte da história da escravidão no país.
Caramurus negros: a revolta de escravos de Carrancas — Minas Gerais (1833) , com organização e posfácio do historiador Marcos Ferreira de Andrade, é fruto de mais de trinta anos de pesquisa. O livro contém a transcrição de parte dos autos do processo-crime da revolta e um posfácio que mostra como as elites regionais e o próprio Estado imperial lidaram com os rebeldes insurgentes.
Autodenominando-se "caramurus", um dos agrupamentos políticos do pós-Independência, os rebelados afirmaram seu protagonismo diante das identidades em disputa na construção do Estado nacional. A revolta dos escravos de Carrancas deve ser compreendida dentro desse contexto de intensos conflitos e repressão militar.
Ao trazer à tona parte da história e das lutas de personagens como Ventura Mina, André Crioulo, Antônio Benguela, Joaquim Mina, Antônio Rezende e tantos outros que os acompanharam, o episódio permite-nos compreender não apenas as hierarquias, alianças e disputas que se estabeleciam no dia a dia da vida em cativeiro, mas também os sonhos e projetos de liberdade acalentados pelos cativos.
Ainda que pudessem imaginar as graves consequências de participar de uma insurreição e tenham sido derrotados e punidos de forma exemplar, naquele 13 de maio os audazes "caramurus negros" colocaram em prática seus projetos de liberdade e, assim, entraram para a história.
Em 13 de maio de 1833, ocorreu no sul de Minas Gerais a insurreição escrava mais sangrenta do Sudeste do Império, em que morreram 33 pessoas — 21 escravizados, 9 membros da família Junqueira (incluindo 3 mulheres e 3 crianças), 1 agregado e 2 "pessoas de cor". Conhecido como a Revolta de Carrancas, o episódio resultou na maior condenação coletiva à pena de morte da história da escravidão no país.
Caramurus negros: a revolta de escravos de Carrancas — Minas Gerais (1833) , com organização e posfácio do historiador Marcos Ferreira de Andrade, é fruto de mais de trinta anos de pesquisa. O livro contém a transcrição de parte dos autos do processo-crime da revolta e um posfácio que mostra como as elites regionais e o próprio Estado imperial lidaram com os rebeldes insurgentes.
Autodenominando-se "caramurus", um dos agrupamentos políticos do pós-Independência, os rebelados afirmaram seu protagonismo diante das identidades em disputa na construção do Estado nacional. A revolta dos escravos de Carrancas deve ser compreendida dentro desse contexto de intensos conflitos e repressão militar.
Ao trazer à tona parte da história e das lutas de personagens como Ventura Mina, André Crioulo, Antônio Benguela, Joaquim Mina, Antônio Rezende e tantos outros que os acompanharam, o episódio permite-nos compreender não apenas as hierarquias, alianças e disputas que se estabeleciam no dia a dia da vida em cativeiro, mas também os sonhos e projetos de liberdade acalentados pelos cativos.
Ainda que pudessem imaginar as graves consequências de participar de uma insurreição e tenham sido derrotados e punidos de forma exemplar, naquele 13 de maio os audazes "caramurus negros" colocaram em prática seus projetos de liberdade e, assim, entraram para a história.


















