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Crônicas Para Se Ler Embriagado
Indigo
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Crônicas Para Se Ler Embriagado
By None
Current price: $8.99


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A obra Crônicas para se ler embriagado, do escritor mineiro Eduardo Vespoli Paolucci, é uma composição poética cativante e intensa. Com poemas e textos em prosa, ela apresenta uma linguagem singular e aborda temas do cotidiano de forma sensível, porém questionadora, com profundidade surpreendente e provocadora. Vagando entre um futuro utópico e um passado distorcido, Paolucci se mostra um exímio observador da vida que o rodeia. Por vezes comovente, outras, indiferente, o autor expõe seus conflitos internos, recheados de um fascínio ímpar, que o traduzem em prosas, poemas e crônicas. Da vida a uma obra literária díspar e incomum. Percorrendo e evoluindo suas rimas, métricas e uma capacidade brilhante de concatenação de ideias, Eduardo se despe sem pudor frente aos leitores, expondo seus medos e suas angústias. É visível seu eterno conflito entre a ciência cética e a energia superior, o real e o fantasioso, a solidão que o rodeia, a morte e a vida, entre outras inclinações e peculiaridades. Sua obra é pesada, escancarada, e faz o autor questão de que seja fora do regular, metódico e uniforme. Verdadeiramente um "pandemônio literário" esplêndido e deslumbrante.
A obra Crônicas para se ler embriagado, do escritor mineiro Eduardo Vespoli Paolucci, é uma composição poética cativante e intensa. Com poemas e textos em prosa, ela apresenta uma linguagem singular e aborda temas do cotidiano de forma sensível, porém questionadora, com profundidade surpreendente e provocadora. Vagando entre um futuro utópico e um passado distorcido, Paolucci se mostra um exímio observador da vida que o rodeia. Por vezes comovente, outras, indiferente, o autor expõe seus conflitos internos, recheados de um fascínio ímpar, que o traduzem em prosas, poemas e crônicas. Da vida a uma obra literária díspar e incomum. Percorrendo e evoluindo suas rimas, métricas e uma capacidade brilhante de concatenação de ideias, Eduardo se despe sem pudor frente aos leitores, expondo seus medos e suas angústias. É visível seu eterno conflito entre a ciência cética e a energia superior, o real e o fantasioso, a solidão que o rodeia, a morte e a vida, entre outras inclinações e peculiaridades. Sua obra é pesada, escancarada, e faz o autor questão de que seja fora do regular, metódico e uniforme. Verdadeiramente um "pandemônio literário" esplêndido e deslumbrante.


















