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Educação, Paradoxos e Metamorfoses: Plantas medicinais na escola
Indigo
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Educação, Paradoxos e Metamorfoses: Plantas medicinais na escola
Current price: $2.99


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Temos nesta obra a expressão de um docente irrequieto, inquieto e permanentemente acelerado na busca de alternativas que possibilitem a compreensão da vida como referencial de dignidade e profundidade. Professor de matemática em escola pública, dedicado e criador de alternativas para vencer a marca negativa da matemática (MÁ TEMÁTICA, frente a BOA TEMÁTICA). Esta brincadeira aponta para um professor que transforma o espaço baldio da escola, que era depósito de entulhos, numa horta de plantas medicinais. A preparação do terreno foi acompanhada de inúmeros cálculos de superfície, proporções, até derivações. As plantas motivaram encontros familiares quando provocaram diálogos domésticos sobre uso de plantas medicinais. O crescimento das plantas foi acompanhado de novas medições e cálculos de velocidade e proporções de tempo e espaço. Depois, a colheita, daí o laboratório para a elaboração dos estratos e, novamente, cálculos matemáticos para acompanhar o processo que se encerrou com debates referentes à comercialização e à matemática neste processo. Paradoxos... Professores e corpo administrativo dividido. O que fazer com este professor que extrapola as suas atribuições de má temática? Esta obra relata este processo e nos desafia a pensar como fazer educação a favor da vida com dignidade, frente a um contexto de ensino voltado para a manutenção do estado de alienação e servidão, que servem acima de tudo, para manutenção da barbárie.
Temos nesta obra a expressão de um docente irrequieto, inquieto e permanentemente acelerado na busca de alternativas que possibilitem a compreensão da vida como referencial de dignidade e profundidade. Professor de matemática em escola pública, dedicado e criador de alternativas para vencer a marca negativa da matemática (MÁ TEMÁTICA, frente a BOA TEMÁTICA). Esta brincadeira aponta para um professor que transforma o espaço baldio da escola, que era depósito de entulhos, numa horta de plantas medicinais. A preparação do terreno foi acompanhada de inúmeros cálculos de superfície, proporções, até derivações. As plantas motivaram encontros familiares quando provocaram diálogos domésticos sobre uso de plantas medicinais. O crescimento das plantas foi acompanhado de novas medições e cálculos de velocidade e proporções de tempo e espaço. Depois, a colheita, daí o laboratório para a elaboração dos estratos e, novamente, cálculos matemáticos para acompanhar o processo que se encerrou com debates referentes à comercialização e à matemática neste processo. Paradoxos... Professores e corpo administrativo dividido. O que fazer com este professor que extrapola as suas atribuições de má temática? Esta obra relata este processo e nos desafia a pensar como fazer educação a favor da vida com dignidade, frente a um contexto de ensino voltado para a manutenção do estado de alienação e servidão, que servem acima de tudo, para manutenção da barbárie.


















