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Perdoe-nos: etnobioética e autonomia universitária no Brasil da Bolsonaro-19
Indigo
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Perdoe-nos: etnobioética e autonomia universitária no Brasil da Bolsonaro-19
By None
Current price: $40.99


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As considerações fundamentais desta obra são: · é válida a hipótese de que Potter teria plagiado o imperativo bioético de Jahr; · a transição entre as Resoluções nº 196/1996 e nº 466/2012 sedimentou o controle social sobre a pesquisa científica em humanos, via sistema CEP/CONEP; · paira sobre o Estado brasileiro a ameaça de extinção da rede CEP/CONEP, a reboque do PL nº 7.082/2017 (transformado na Lei nº 14.874/2024); · o negacionismo e o anticientificismo do governo anterior buscavam minar a autonomia público-universitária, responsável por mais de 95% da produção científica do país; · a exasperação (premeditada) do COVID-19 franqueou um genocídio de Estado contra indígenas e quilombolas; · toda a bioética é etnobioética e, no Brasil, democratizar é academizar bioeticamente; · o turismo espacial, em sua dimensão de pesquisa, menospreza preceitos elementares da bioética, arriscando a dignidade individual e socioambiental dos participantes; · o apoio débil do governo Bolsonaro a estudos capazes de testar a vacina (MMR) tríplice viral como fator de proteção contra o COVID-19 pode ter agravado a letalidade da doença; · é possível que o SARS-CoV-2 seja uma invenção (origem artificial), o que tornaria ilegal patentear vacinas de combate específico ao COVID-19.
As considerações fundamentais desta obra são: · é válida a hipótese de que Potter teria plagiado o imperativo bioético de Jahr; · a transição entre as Resoluções nº 196/1996 e nº 466/2012 sedimentou o controle social sobre a pesquisa científica em humanos, via sistema CEP/CONEP; · paira sobre o Estado brasileiro a ameaça de extinção da rede CEP/CONEP, a reboque do PL nº 7.082/2017 (transformado na Lei nº 14.874/2024); · o negacionismo e o anticientificismo do governo anterior buscavam minar a autonomia público-universitária, responsável por mais de 95% da produção científica do país; · a exasperação (premeditada) do COVID-19 franqueou um genocídio de Estado contra indígenas e quilombolas; · toda a bioética é etnobioética e, no Brasil, democratizar é academizar bioeticamente; · o turismo espacial, em sua dimensão de pesquisa, menospreza preceitos elementares da bioética, arriscando a dignidade individual e socioambiental dos participantes; · o apoio débil do governo Bolsonaro a estudos capazes de testar a vacina (MMR) tríplice viral como fator de proteção contra o COVID-19 pode ter agravado a letalidade da doença; · é possível que o SARS-CoV-2 seja uma invenção (origem artificial), o que tornaria ilegal patentear vacinas de combate específico ao COVID-19.


















