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Quem Matou O Meu Pai
Indigo
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Quem Matou O Meu Pai
By None
Current price: $15.99


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Do premiado autor de Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule, esta é a história comovente e fraturante do reencontro possível entre pai e filho, e um grito pungente de denúncia social.
Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis narra o retorno à sua cidade natal, um local feio e cinzento numa das regiões mais pobres de França, e à casa paterna. É o regresso a uma infância assombrada pela violência, a homofobia e a vergonha, mas também a tentativa de uma reconciliação com esse passado doloroso, materializado numa figura paterna dominadora, agora fisicamente diminuída, frágil e exposta.
Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, evocativo de Carta ao Pai de Franz Kafka, Quem Matou o Meu Pai representa o gesto que procura o perdão e ainda o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado ao poder político, a essa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais desfavorecidas.
Tradução de Luísa Benvinda Álvares.
Os elogios da crítica:
«Édouard Louis está na vanguarda da nova geração de escritores políticos franceses.»
Evening Standard
«Uma história esmagadora de reconciliação, perdão e conquista da ternura.»
Télérama
Do premiado autor de Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule, esta é a história comovente e fraturante do reencontro possível entre pai e filho, e um grito pungente de denúncia social.
Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis narra o retorno à sua cidade natal, um local feio e cinzento numa das regiões mais pobres de França, e à casa paterna. É o regresso a uma infância assombrada pela violência, a homofobia e a vergonha, mas também a tentativa de uma reconciliação com esse passado doloroso, materializado numa figura paterna dominadora, agora fisicamente diminuída, frágil e exposta.
Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, evocativo de Carta ao Pai de Franz Kafka, Quem Matou o Meu Pai representa o gesto que procura o perdão e ainda o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado ao poder político, a essa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais desfavorecidas.
Tradução de Luísa Benvinda Álvares.
Os elogios da crítica:
«Édouard Louis está na vanguarda da nova geração de escritores políticos franceses.»
Evening Standard
«Uma história esmagadora de reconciliação, perdão e conquista da ternura.»
Télérama


















