
GIVE THE PERFECT GIFT
Erin Mills Town Centre Gift Cards are the perfect choice for your gift giving needs.Purchase gift cards at kiosks near the food court or centre court, at Guest Services, or click below to purchase online.PURCHASE HEREHome
Uraçá, o índio branco
Indigo
Loading Inventory...
Uraçá, o índio branco
By None
Current price: $12.99


By None
Uraçá, o índio branco
Current price: $12.99
Loading Inventory...
Size: Kobo eBook
*Product information may vary - to confirm product availability, pricing, shipping and return information please contact Indigo
No ano de 1500, tempo de Descobrimentos e rivalidades com Castela e outras nações da Europa, Lisboa fervilha de espiões cujos serviços são pagos a peso de ouro. Gonçalo descobre um crime de alta traição e, para salvar a vida, tem de se engajar na armada de Pedro Álvares Cabral, onde sofre o destino terrível dos grumetes nas naus a caminho da Índia. Mesmo aí os seus inimigos o perseguem preparando-lhe (e a Mateus) uma armadilha de que dificilmente poderia escapar sem a ajuda de uns novos e inesperados amigos, os Tupi – uma tribo de gente nua, de uma raça nunca antes vista, com a pele cor de cobre coberta de pinturas e de penas –, encontrados numa terra intocada pelo homem dito "civilizado".
Neste novo mundo e entre tão estranho povo, o grumete vai conhecer o amor, sofrer uma angustiosa iniciação e renascer como Outro, após uma tremenda batalha dentro si mesmo, como um ser de dois mundos e duas civilizações opostas:
"Gonçalo não sabia como lidar com as novas sensações e sentimentos descobertos desde que aportara àquela terra e conhecera um povo pardo e nu a viver como Adão e Eva no Paraíso. E a formosa filha da floresta, dormindo confiante nos seus braços, numa noite desfizera com as suas carícias os nós da revolta, do ódio e do medo, reabrindo no seu coração o espaço da ternura e do amor."
"O público alvo é o juvenil, embora a sua leitura possa naturalmente agradar a um bem mais largo leque de leitores que gostam de ler obras com motivos históricos e que com agrado poderão ter acesso a esta obra. Quanto ao tipo de escrita e estilo, considero que ele é fluente e agradável, comunicando de forma ligeira o enredo com uma expressividade actual, de mistura com uma intenção de se aproximar de uma linguagem arcaizante, tirada das fontes de que a autora se serviu e dão a necessária cor local e ambiente à narrativa.
(Dr. José Manuel Garcia, historiador e consultor da Fundação Calouste Gulbenkian)
No ano de 1500, tempo de Descobrimentos e rivalidades com Castela e outras nações da Europa, Lisboa fervilha de espiões cujos serviços são pagos a peso de ouro. Gonçalo descobre um crime de alta traição e, para salvar a vida, tem de se engajar na armada de Pedro Álvares Cabral, onde sofre o destino terrível dos grumetes nas naus a caminho da Índia. Mesmo aí os seus inimigos o perseguem preparando-lhe (e a Mateus) uma armadilha de que dificilmente poderia escapar sem a ajuda de uns novos e inesperados amigos, os Tupi – uma tribo de gente nua, de uma raça nunca antes vista, com a pele cor de cobre coberta de pinturas e de penas –, encontrados numa terra intocada pelo homem dito "civilizado".
Neste novo mundo e entre tão estranho povo, o grumete vai conhecer o amor, sofrer uma angustiosa iniciação e renascer como Outro, após uma tremenda batalha dentro si mesmo, como um ser de dois mundos e duas civilizações opostas:
"Gonçalo não sabia como lidar com as novas sensações e sentimentos descobertos desde que aportara àquela terra e conhecera um povo pardo e nu a viver como Adão e Eva no Paraíso. E a formosa filha da floresta, dormindo confiante nos seus braços, numa noite desfizera com as suas carícias os nós da revolta, do ódio e do medo, reabrindo no seu coração o espaço da ternura e do amor."
"O público alvo é o juvenil, embora a sua leitura possa naturalmente agradar a um bem mais largo leque de leitores que gostam de ler obras com motivos históricos e que com agrado poderão ter acesso a esta obra. Quanto ao tipo de escrita e estilo, considero que ele é fluente e agradável, comunicando de forma ligeira o enredo com uma expressividade actual, de mistura com uma intenção de se aproximar de uma linguagem arcaizante, tirada das fontes de que a autora se serviu e dão a necessária cor local e ambiente à narrativa.
(Dr. José Manuel Garcia, historiador e consultor da Fundação Calouste Gulbenkian)













