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URSS – Um Rock Subterrâneo Soviético: O Fenômeno do Rock através da lente da Agência, Cultura e 'Underground' na juventude da União Soviética – Período 1961 a 1982
Indigo
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URSS – Um Rock Subterrâneo Soviético: O Fenômeno do Rock através da lente da Agência, Cultura e 'Underground' na juventude da União Soviética – Período 1961 a 1982
By None
Current price: $23.99


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Rock n' Roll – cria rebelde da Guerra Fria, fruto de tensões civis e geracionais nos EUA dos anos 50, se tornaria emblema da fúria juvenil e revolução industrial cultural, em meio a atritos entre superpotências. Quem imaginaria: nos anos 60 – da eufórica 'beatlemania' – aportaria na 'terra do inimigo' a bordo de reformas empreendidas por um Khrushchev que mirava consumo interno e coexistência pacífica com o Ocidente. E, afinal, seu tom irrequieto seria ferramenta desestabilizadora dentro da URSS ou seria o rock, esse que mudaria, assimilado às características de uma cultura vívida e pulsante, numa não menos vivida e pulsante juventude Oriental (já no tédio das velhas fórmulas e discursos moralistas)? Este livro convida a embarcar nesta viagem, que mostra como muito alheia a 'ocidentalização' através do ritmo, seria a URSS, dos anos 60 e 70, com sua agência (contra)cultural, quem, de fato, 'russificaria' o rock n' roll – criando desde letras locais até toda sonoridade e perspicácia experimental exótica ao tradicional 'ié-ié-ié'. Alternativas técnicas a driblar censura e adversidades (por meio de luthieria artesanal, em captadores feitos de peças de telefone, ou mesmo da ausência de apoio ou ferramentas de produção) dariam origem à 'cultura da fita-cassete' [magnitofonaya kul' tura] promovendo o amor à música e à liberdade. Pegue a balalaika, ligue no amplificador: com atenção nas letras e degustando a melodia, absorva o 'bigbit' dessa geração silenciada – mas nada silenciosa.
Rock n' Roll – cria rebelde da Guerra Fria, fruto de tensões civis e geracionais nos EUA dos anos 50, se tornaria emblema da fúria juvenil e revolução industrial cultural, em meio a atritos entre superpotências. Quem imaginaria: nos anos 60 – da eufórica 'beatlemania' – aportaria na 'terra do inimigo' a bordo de reformas empreendidas por um Khrushchev que mirava consumo interno e coexistência pacífica com o Ocidente. E, afinal, seu tom irrequieto seria ferramenta desestabilizadora dentro da URSS ou seria o rock, esse que mudaria, assimilado às características de uma cultura vívida e pulsante, numa não menos vivida e pulsante juventude Oriental (já no tédio das velhas fórmulas e discursos moralistas)? Este livro convida a embarcar nesta viagem, que mostra como muito alheia a 'ocidentalização' através do ritmo, seria a URSS, dos anos 60 e 70, com sua agência (contra)cultural, quem, de fato, 'russificaria' o rock n' roll – criando desde letras locais até toda sonoridade e perspicácia experimental exótica ao tradicional 'ié-ié-ié'. Alternativas técnicas a driblar censura e adversidades (por meio de luthieria artesanal, em captadores feitos de peças de telefone, ou mesmo da ausência de apoio ou ferramentas de produção) dariam origem à 'cultura da fita-cassete' [magnitofonaya kul' tura] promovendo o amor à música e à liberdade. Pegue a balalaika, ligue no amplificador: com atenção nas letras e degustando a melodia, absorva o 'bigbit' dessa geração silenciada – mas nada silenciosa.


















